No Rio e na Bahia! Exposição de Letícia Parente

•25 25UTC agosto 25UTC 2011 • Deixe um comentário

No MAM

O Museu de Arte Moderna da Bahia inaugura no dia 25 de Julho a exposição Letícia Parente, uma retrospectiva da obra em vídeo da artista baiana, uma das precursoras da videoarte no Brasil.

Pela primeira vez, o trabalho de Leticia Parente é exibido em sua cidade natal. Nascida em Salvador, Leticia foi doutora em química e foi uma das pioneiras na arte do vídeo, da arte postal e xerox nos anos 70 e 80. A artista que faleceu em 1991 foi um dos expoentes do grupo que inaugurou o uso do vídeo como suporte artístico no Brasil – do qual também fizeram parte artistas como Anna Bella Geiger, Paulo Herkenhoff, Ivens Machado, Ana Vitória Mussi, Miriam Danovski, Sônia Andrade e Fernando Cocchiarale. Apropriando-se dos meios técnicos disponíveis na época, Letícia problematizava as imposições sociais cotidianas através de performances frente à câmera, sempre tomando o corpo como elemento fundamental na produção de sentido.

Data: Abertura na segunda-feira, 25, a partir das 18:00h. De 26 de Julho a 04 de Setembro.
Local: Solar do Unhão

Funcionamento: De Terça à Sexta de 13:00 às 19:00, Sábado de 13:00 às 21:00 e Domingo de 13:00 às 19:00.

Gratuito
………………………..
Oi Futuro

[FLAMENGO] De 12 de julho a 04 de setembro | Nível 4

LETÍCIA PARENTE


Curadoria:
 Katia Maciel e André Parente

Retrospectiva da obra em video da artista baiana, que foi uma das precursoras da vídeo-arte no país. Forte referência para as gerações que a sucederam, Letícia Parente (1930-1991) ocupa, segundo os curadores da exposição, um papel no audiovisual experimental brasileiro que remete às produções de Andy Warhol e Bruce Nauman no cenário norte-americano. Com produção centrada nas décadas de 1970 e 80 e apropriando-se dos meios técnicos disponíveis na época, Letícia problematizava as imposições sociais cotidianas através de performances frente à câmera, sempre tomando o corpo como elemento fundamental na produção de sentido.

De 12 de julho a 04 de setembro | Nível 4
De terça a domingo, das 11h às 20h
Oi Futuro Flamengo: Rua Dois de Dezembro, 63
Entrada franca | Classificação etária: 12 anos

1911 – 2011 Arte Brasileira e Depois

•25 25UTC agosto 25UTC 2011 • Deixe um comentário

A mostra traz um recorte dos 100 anos de produção artística brasileira, com obras de Lasar Segall (foto), do começo do século 20, até obras atuais de Rejane Cantoni e Daniela Kutschat.

Devido a extensão da obra, o curador Teixera Coelho optou por dividir a mostra em seis módulos, que funcionem como um fio condutor ao visitante - A Marca Humana, IrrealismoModos de AbstraçãoContestação Pop, Na Linha da Idea Outros Modos e outras mídias.

…………………………

Trazida a BH pelo Instituto Itaú Cultural, a retrospectiva de artes plásticas abrange obras produzidas no Brasil de 1911 a 2011. Reúne 139 artistas e 178 trabalhos. Esculturas, pinturas, desenhos e gravuras ocupam as galerias do Palácio das Artes. Instalações e vídeos, produzidos entre 1975 e 2005, ficam no Centro de Arte Contemporânea e Fotografia. Nomes emblemáticos da arte brasileira estão lá: Guignard, Cândido Portinari, Tarsila do Amaral, Flávio Carvalho, Hélio Oiticica, Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Maria Martins, Lígia Pape e Amílcar de Castro, entre eles.

A mostra ficará em cartaz até 25 de setembro. Pode ser vista de terça-feira a sábado, das 9h30 às 21h, e aos domingos, das 16h às 21h. O Palácio das Artes fica na Avenida Afonso Pena, 1.537. O Centro de Arte Contemporânea e Fotografia na Avenida Afonso Pena, 737. Informações: (31) 3236-7400.

 

Matéria bacana sobre os visitantes da expo

Expo: TRANSFRONTEIRAS/ENÉAS VALLE

•25 25UTC agosto 25UTC 2011 • Deixe um comentário

Pinturas, desenhos, videoarte, colagens, objetos, esculturas e um vídeo inédito dão forma à exposição do artista plástico multimidiático Enéas Valle.a mostra reúne cerca de 50 obras e quatro vídeos, fazendo um balanço da última década de produção do artista, além de três mesas-redondas com os principais críticos de arte do país. Até 4 setembro. 

>> Caixa Cultural Rio de Janeiro, Av. Almirante Barroso, 25, Centro(2544-4080). 3ª a sáb., das 10h às 22h; dom., das 10h às 21h. Grátis.

sobre o video como obra ô Xavante

•19 19UTC junho 19UTC 2011 • Deixe um comentário

N. #07: A comercialização de videoartes, dentro do mercado e sistema de arte, deve estar amparada pelo certificado, por esse título assinado e referendado pelo autor, e não pelo fetiche do único, por garantias de exclusividade de conteúdo ou privilégios qualitativos ligados a gravação desse conteúdo em uma mídia qualquer. Se essa comercialização se formalizar por um lado, ela poderá se disponibilizar pelo outro. Fora o certificado, não há obra em questão, mas sim, informação audiovisual que deve estar disponível para consulta/acesso por parte de todos. PIRATÃO reivindica essa democratização, e a faz, através da invenção de um objeto denominado ENCARTADO, um objeto transitivo, mensageiro, performático, simulado a partir dos dvds piratas comercializados pelos camelôs nos grandes centros urbanos.

N. #11: Cada ENCARTADO é uma unidade audiovisual, um fragmento do acervo de vídeo da coleção pirata constituída pelo coletivo, que se desprende como um resíduo ativo da ação, se deslocando portando invariavelmente uma informação audiovisual.

N. #06: O que irá dizer se um vídeo é ou não uma obra de arte – sobretudo se ele não vier acompanhado de um objeto ou uma instalação – é o certificado dado pelo artista conferindo/reconhecendo este estatuto. Não queremos, tampouco podemos substituir esse direito ao autor. A idéia é criar uma estratégia para que o colecionismo não impeça o acesso a essa informação audiovisual. PIRATÃO rompe e coexiste.

N. #08: O que retemos/apropriamos é uma informação audiovisual, que a partir daí passa a ser mais acessível e se democratiza, sem competir com “a obra”, o “objeto videoarte” dos autores.

N. #12: Cada ENCARTADO é um múltiplo: a demanda estabelece a tiragem.

N. #04: Ao inserir esse objeto num aparelho e dar play, você sempre estará ativando uma rede de troca, de compartilhamento, mais do que simplesmente assistindo um conteúdo… pois todo o acervo se configura a partir de uma mediação artística articulada em rede.

N. #01: Trata-se de uma pirataria agenciada por artistas, no papel de camelôs circunstanciais.

N. #13: Um trabalho que tem um intenso diálogo com a pop art, mas propõe um caminho inverso: ao invés de deslocarmos para as galerias e museus toda uma iconografia pop, ligada ao consumo de massa, e assim resignificá-la com estatuto artístico, estamos deslocando um signo artístico(videoartes) para o comércio popular, resignificando-o como produto. PIRATÃO inventa o commodities para a videoarte.

Por Filé de Peixe Coletivo

http://xavante.art.br/2011/06/13/piratao-notas-para-uma-economia-da-videoarte/

Mostra de Videoarte Arte e Natureza >>>10 a 16 de Junho

•13 13UTC junho 13UTC 2011 • Deixe um comentário

Antje Engelmann, Bärbel Rothaar, Bryndis Snaebjörnsdottir & Mark Wilson, Catherine Bell, Catherine Clover, Chloe Brown, Chloe Brown und Ines Lechleitner, Cyrill Lachauer, Dália Rosenthal, Fulvia Molina, Gilbertto Prado, Hayden Fowler, Hugo Fortes, Ines Lechleitner, Julia Schlosser, Kathy High, Lilian Simofusa, Liv Bugge, Lucila Meireles, Marcia Vaitsman, Nabuhira Narumi, Nina Katchadourian, Rodrigo Mathias, Volker Eichelmann e Wagner Morales

Curadoria de Hugo Fortes e Jessica Ullrich

exposição_ 10/06/2011 a 16/06/2011

A mostra, integrante do I Seminário Internacional Arte e Natureza, com curadoria da professora alemã Jessica Ullrich, da Universidade das Artes de Berlim e do professor da USP Hugo Fortes, reúne trabalhos de artistas de vários países, exibidos em dois programas diferentes, cada um com 2 horas. Os trabalhos tratam das questões da natureza, como os animais, a água, a paisagem, etc.

VÍDEOS SELECIONADOS

Wagner Morales – Wild Life – ca. 10 min
Lucila Meireles – Lugar Nenhum – ca. 4´20“ min
Gilberto Prado – Amoreiras – ca. 4 min
Hugo Fortes – Eclipse – ca. 5 min
Lilian Simofusa – À Procura – ca. 3’30“ min
Rodrigo Mathias – Friends – ca. 5 min
Antje Engelmann – Wie Wo Wann Warum – ca. 15 min
Cyrill Lachauer – Blaueis– ca. 15 min
Fulvia Molina – Pulsar – ca 3 min.
Marcia Vaitsman Study of Darkness – ca. – 15 min.
Dália Rosenthal – Travessia – ca. 3 min
Catherine Bell – Gorilla Girl – 2,40 min
Chloe Brown – Sticky Knots – 5 min
Chloe Brown und Ines Lechleitner – The Hum – 3 min
Liv Bugge – Exterminate all Brutes – ca. 8 min
Catherine Clover – Birdbrain – 4,5 min
Volker Eichelmann – Versatzstücke (Imitation of Life) – 13,29 min
Hayden Fowler – Second Nature – 8 min
Kathy High – Lily’s nightmare – ca. 2 min
Nina Katchadourian – Gift/Gift -10 min
Cyrill Lachauer – I killed the Butterflies – 5,10 min
Ines Lechleitner – Whale Gossip – 8,30 min
Nabuhira Narumi – The Universe’s Point of View – 5,09 min
Bärbel Rothaar – Sleeping in a beehive – 4 min
Julia Schlosser – Consanguine – 4,06 min
Bryndis Snaebjörnsdottir & Mark Wilson: Three Attempts – ca. 10 Min

PROGRAMAÇÃO

A mostra reúne trabalhos de artistas de vários países, que serão exibidos em dois programas diferentes,
cada um com cerca de 2 horas.

10 de junho de 2011 – Sexta-feira
21:00 a 23:00 – Mostra Arte Natureza – PROG 1

11 de junho de 2011 – Sábado
19:00 a 21:00 – Mostra Arte Natureza – PROG 1
21:00 a 23:00 – Mostra Arte Natureza – PROG 2

12 de junho de 2011 – Domingo
18:00 a 20:00 – Mostra Arte Natureza – PROG 2

14 de junho de 2011 – Terça-feira
15:00 a 17:00 – Mostra Arte Natureza – PROG 1
17:00 a 19:00 – Mostra Arte Natureza – PROG 2

15 de junho de 2011 – Quarta-feira
19:00 a 21:00 – Mostra Arte Natureza – PROG 1

16 de junho de 2011 – Quinta-feira
19:00 a 21:00 – Mostra Arte Natureza – PROG 2

local_
Espaço Matilha Cultural
Rua Rego Freitas 542 – Centro
São Paulo / São Paulo / Brasil
55-11-3256-2636
contato@matilhacultural.com.br
www.matilhacultural.com.br

 

Entrada Franca!

Itaú Cultural promove “intensivão” de videoarte

•27 27UTC maio 27UTC 2011 • Deixe um comentário

Representantes do Nam June Paik Art Center, da Electronic Arts Intermix (EAI) e do Museu de Arte Moderna de Buenos Aires (Mamba) se encontram em São Paulo de hoje a sexta-feira para debater a videoarte: formas de difusão, conservação e colecionismo. O seminário, aberto ao público, acontece no Itaú Cultural (veja programação abaixo).

Entre os convidados estão o casal parisiense Jean-Conrad e Isabelle Lemaitre, dono de uma coleção iniciada em 1982, e o curador americano Christopher Eamon.

Cada uma das mesas de debate é precedida por uma sessão de curtas. É possível assistir a “Threshold to the Kingdom”, do britânico Mark Wallinger; “Skipping”, do holandês Arthur Kleinjan; “Moon Walk”, da sueca Klara Liden, entre outros –todos pertencentes à coleção do casal francês. Vindos da coleção do Electronic Arts Intermix, de Nova York, estão vídeos de figuras pioneiras como Bill Viola, Gary Hill e Allan Kaprow.

Jorge La Ferla, consultor do Mamba selecionou 12 vídeos argentinos.

Tanto o seminário quanto a mostra servem para que o Itaú Cultural apresente seu recém-iniciado acervo de vídeos. Ainda incipiente, a coleção conta com sete obras, todas elas de nomes brasileiros: Eder Santos, Rivane Neuenschwander, Cao Guimarães, Sara Ramo, Brígida Baltar, Anna Bella Geiger e Letícia Parente.

“Quando muitos desses filmes foram feitos, nos anos 70 e 80, não havia um circuito do mercado de arte interessado neles. Eles ficaram numa espécie de limbo histórico, muitos se perderam”, diz Roberto Cruz, diretor de audiovisual da instituição. “Hoje, estão sendo vendidos a museus, galerias e colecionadores como se fossem fotografias, com uma tiragem de determinado número de exemplares.” Segundo ele, a ideia é preservar a matriz original –em formato Super 8 e 35 mm, entre outros– e, ao mesmo tempo, produzir uma cópia digitalizada.

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PROGRAMAÇÃO DE DEBATES
Hoje
20h – Debate: Coleções e Difusão: Melhores Práticas, com Jean-Conrad Lemaitre e Isabelle de Turckheim Lemaitre (França) e Christopher Eamon (EUA)

Amanhã
18h – Exibição da seleção especial de filmes e vídeos da Electronic Arts Intremix (EAI)
20h – Debate: Arquivos, Preservação e Distribuição – com Sang Ae Park, do Nam June Paik Art Center (Coreia), Rebecca Cleman, da Electronic Arts Intermix (EUA), e Jorge La Ferla, consultor do Museu de Arte Moderna de Buenos Aires – Mamba (Argentina)

27/5, sexta
18h – Exibição de vídeos do acervo Itaú Cultural
20h – Debate: O Contexto Brasileiro – com Jochen Volz, do Inhotim (MG), Eliana Finkelstein, da Galeria Vermelho (SP), e Eduardo Saron, do Itaú Cultural (SP)

28/5, sábado
18h – Exibição de seleção especial de filmes e vídeos da Jean-Conrad e Isabelle Lemaitre Collection
20h – Exibição de seleção especial de filmes e vídeos da coleção do Museu de Arte Moderna de Buenos Aires – Mamba

29/5, domingo
16h – Exibição de seleção especial de filmes e vídeos da Electronic Arts Intermix (EAI)
18h – Exibição de vídeos do acervo Itaú Cultural

FILME, VÍDEO E ARTE: COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS
ONDE: Itaú Cultural (avenida Paulista, 149, São Paulo, SP, tel. 0/xx/11/ 2168-1776)
QUANTO: grátis
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

Fonte:
GABRIELA LONGMAN
DE SÃO PAULO

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/920902-itau-cultural-promove-intensivao-de-videoarte.shtml

Célebres cérebros multimidia em Jaboatão dos Guararapes até o dia 25 de maio

•11 11UTC maio 11UTC 2011 • 1 Comentário

Do JC Online

A exposição de arte sonora ECO reúne o coletivo Chelpa Ferro (RJ) e os artistas Lucas Bambozzi (SP), Ricardo Carioba (SP) e Thelmo Cristovam (PE).

As intervenções do grupo podem ser vistas na Estação Cultural Senador José Ermírio de Moraes até o dia 25 de maio.

No mesmo local será lançado neste sábado (30/05), às 15h, o catálogo e o material educativo da exposição. A publicação será distribuída gratuitamente no evento e o público pode participar de atividades educativas.

O centro cultural funciona em uma casa projetada pelo arquiteto Paulo Vaz no final da década de 1950, um exemplar da arquitetura modernista em Jaboatão dos Guararapes. Com curadoria de Maria Eduarda Belém e Lúcia Padilha Cardoso, os artistas criaram obras que dialogam com esta construção. A mostra é realizada com apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e do Sesc.

Serviços

Lançamento das publicações da Exposição ECO ?
neste sábado, às 15h, na Estação Cultural Senador Ermírio de Moraes (Av. Beira Mar, 990, Piedade).
Visitação: De terça-feira a domingo, das 13h às 17h.

VIDE URBE : primeira mostra dedicada a videoarte com intervenções em espaços públicos | 05 a 12/05 | Ipanema/Lapa/Centro/UERJ | RJ

•25 25UTC abril 25UTC 2011 • Deixe um comentário

A partir do dia 5 de maio o Rio de Janeiro sedia a Vide Urbe  – primeira mostra itinerante totalmente dedicada à videoarte em espaços públicos no Rio de Janeiro, e apresenta uma seleção de artistas cujas obras vão explorar, como suporte, a trama arquitetural da cidade. O projeto, além de poetizar novas topografias possíveis para a projeção do imaginário videográfico da arte contemporânea, possibilita um contato direto com o público em geral além de incluir jovens de comunidades populares através das oficinas de vídeo ao vivo.

Com curadoria da videoartista Moana Mayall, idealizadora do evento, a Vide Urbe propõe o espaço público urbano como uma experiência aberta de apreciação artística, através da videoarte contemporânea. ”Essa é a primeira experiência mas a cada edição da mostra vamos explorar, como suporte e interface, as “peles” super-expostas da cidade: suas arquiteturas, relevos e texturas próprias, desde suas amplas superfícies concretas, até as interferências multissensoriais geradas por seu cotidiano”, conceitua Moana.

Nessa primeira edição, com patrocínio da Oi, da Secretaria de Cultura do Estado e com apoio cultural do Oi Futuro, Moana convidou quatro artistas cujas obras vão se expandir na larga escala do suporte da cidade. Ao longo de uma semana, os artistas Eder Santos, Simone Michelin, João Penoni e Chico Jofilsan ocupam, com videoartes de sua autoria, empenas e fachadas localizadas entre a Zona Sul, Centro e Zona Norte do Rio. Trata-se de um deslocamento do espaço neutro da galeria para a rua: “Uma ação antimonótona, repleta de pulsões, imprevistos e também de história”, observa a curadora.

O Vide Urbe trata de inventar novas topografias possíveis para a projeção videográfica da arte contemporânea. “À arte cabe reconectar e provocar os vários campos do conhecimento, como por exemplo a arquitetura e o planejamento urbano, assim como o seu próprio lugar no mundo perturbando suas fronteiras e mantendo viva a possibilidade do encanto, da disrupção e do inusitado” finaliza Moana Mayall.

Programação:

Oi Futuro Ipanema – 5 de maio, quinta-feira :: “Dogville”, de Eder Santos, inaugura a mostra a partir da fachada art déco do Oi Futuro Ipanema. Do suporte tv para o suporte arquitetura, a obra adquire novas poéticas e um público em trânsito.

Lapa – 7 de maio, sábado :: O público está em trânsito, e é nesse fluxo que ele de fato pode vivenciar e habitar a rua. Chico Jofilsan reveste com “Janelas Habitadas” a empena de um grande edifício garagem da rua das Marrecas, na Lapa, humanizando e fazendo sonhar um prédio habitado, no seu dia a dia, apenas por carros. Voltada para os Arcos da Lapa e a agitação típica de um sábado à noite, a projeção poderá ser observada de vários pontos desse corredor cultural.

Centro – 9 de maio, segunda-feira :: “Circuito”, de João Penoni, situa o corpo na superfície concreta da empena de uma casa noturna na Lapa, transformada em portal para um passeio pela cidade do Rio e outros recantos, guiado por uma figura corpórea meio real e meio fantástica.

UERJ – 11 de maio, quarta-feira :: A cidade e o espaço público são campos de investigação muito presentes na trajetória artística de Simone Michelin. Em sua obra articulam-se dados interdisciplinares ativando questionamentos semióticos, políticos e tecnológicos. Projetada sobre uma das empenas do campus da UERJ, no Maracanã, voltada também para as comunidades da Mangueira e Parque da Candelária, “Fogos de artifício” faz acender um diálogo poético em combustão, conectando imagem, informação e dois espaços bem próximos, porém díspares na geografia social carioca.

Oficinas Vide Urbe

Cada cabeça, um mundo. Em cada olhar, uma cidade. A visão de uma mesma cidade se faz então de infinitos pontos de vista. Vide Urbe, em latim, quer dizer “veja a cidade”: como você vê a sua? Esse é o tema guia das oficinas Vide Urbe, que vão incluir a produção artística de alunos recém formados na Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia. Experiências pessoais ou compartilhadas, a partir do próprio cotidiano dos participantes e de seus percursos dentro do Rio, serão matéria-prima para a criação de vídeos que serão recombinados ao vivo, em projeções coletivas que farão parte da semana da mostra Vide Urbe.

A ideia é que os participantes recriem a sua própria “urbe” unindo seus olhares pessoais num trabalho coletivo e experimental. Ao longo das oficinas também será apresentado um panorama da videoarte, com foco especial nas obras de artistas que trabalham com o tema da cidade e com projeções no espaço público. Os vídeos produzidos, além de outros tipos de registros pessoais sobre a cidade, também podem compor nossa cartografia multimídia do Rio, no site da mostra Vide Urbe, que vai estar aberta para receber e selecionar colaborações dos internautas

Serviço

Evento: VIDE URBE

Data: 5 a 12 de maio

Locais: Zona Sul, Centro e Zona Norte

Entrada: Grátis

Horário: 19h às 24h

opticafestival

•25 25UTC abril 25UTC 2011 • Deixe um comentário

é o site do festival que acontece em Cordoba, Argentina, Nova Iorque, França e Bolívia.

Sõa vários projetos idealizados pela Asociación Cultural Colectivo Interferencias.

Dá para mandar seu trabalho como independente ou galeria aqui.

Great!

De olho

•5 05UTC abril 05UTC 2011 • Deixe um comentário

http://www.videoartemao.com/

Bacana…!

Coletivo de videoartistas do amazonas

 
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